Texto sem título
Ainda escolho palavras para poder descrever algo belo e a altura dos teus carinhos.
Não escrevo com o intuito de que se torne um poemas de amor, apenas jogo a confiança em meus dedos que guiam a caneta para escrever as palavras...
Ah, estas palavras... Seriam elas um conjunto de uma declaração de amor? Ou seriam o desabafo de uma pré-escritora que está gatinhando e ensaiando os primeiros passos para o mundo literário?
Palavras e palavras, comecei falando de minha dedicação em impressionar-te, e agora, justifico meu mau jeito em escrever, que cabeça a minha, mas me pergunto "Porque dedicar tanto esforço a um desconhecido?".
Outrora havia me dito belas palavras, que fizeram um sorriso bobo florescer em meu rosto e o mesmo sorriso surge quando olho em seus olhos e sinto a sinceridade em suas palavras.
Mais uma vez, volto para as palavras, afinal, será que devo confiar nessas palavras? Devo informar-te que estou começando a acreditar.
Começo a entender e sentir, de uma forma tão bela e pura tudo o que dizes, sinto a veracidade quando nossos lábios se tocam, e até mesmo quando sinto seu coração bater forte quando nos abraçamos.
Ah meu amor, que nossas palavras, que nossos sentimentos, que nossos sorrisos sejam sempre sinceros, bobos, ingênuos.
Que você, meu caro desconhecido, sinta o mesmo que eu.
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